Elize responde perguntas de juiz sobre assassinato de Matsunaga


A bacharel em direito Elize Matsunaga foi ouvida na tarde desta quarta-feira (30) pela Justiça no processo que responde pela morte do marido, o empresário Marcos Matsunaga, executivo da Yoki.

Segundo a assessoria do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), Elize respondeu apenas a perguntas feitas pelo juiz Adilson Paukoski Simoni e chorou em alguns momentos. O interrogatório terminou depois das 16h e durou duas horas e vinte minutos.

Elize optou por se manter em silêncio quando foi questionada pelo promotor José Carlos Cosenzo e também pelo advogado assistente de acusação. O defensor de Elize, Luciano Santoro, não fez perguntas.

A ré confessa está presa preventivamente no presídio de Tremembé, no interior de São Paulo. O crime foi cometido em 19 de maio de 2012 no apartamento onde o casal morava com a filha de um ano, na Zona Oeste da capital paulista.


Também nesta quarta-feira foi tomado o depoimento de Nathalia Vila Real Lima, amante de Marcos. Realizado no período da manhã, o interrogatório foi marcado pela divergência entre os advogados sobre a profissão da testemunha.

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Os defensores de Elize afirmam que Nathalia trabalhava como garota de programa. Eles apresentaram fotos da amante de Marcos em um site de acompanhantes.

O advogado Roberto Parentoni, que representa Nathalia, diz que ela é modelo, não trabalhou como prostituta e tinha um relacionamento amoroso com o executivo da Yoki. Em seu primeiro depoimento, em junho de 2012, Nathalia chegou a afirmar para a Polícia Civil que trabalhava como acompanhante de executivos e que conheceu Marcos na internet. Depois, retificou a declaração.

Nathalia foi questionada pelo advogado de Elize, Luciano Santoro, sobre as supostas contradições em suas declarações. Santoro usou a reprodução do que ele afirma ser o anúncio de Nathalia no site MClass. Na época, ela utilizava o apelido "Lara", segundo o defensor.

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