"Eu não chamo de prostituição, chamo de liberdade", dispara Catarina Migliorini

Se não tivesse entrado em um leilão para tentar vender sua virgindade, provavelmente Catarina Migliorini seria anônima até hoje. O projeto, parte de um documentário, rendeu fama e uma nova gama de possibilidades para a jovem. Com o prestígio adquirido depois do reboliço criado em torno do caso, ela chegou a ser capa da revista "Playboy" do último mês de janeiro.

Na noite da próxima quarta-feira, dia 27, vai ao ar a entrevista que a morena deu ao programa "De Frente com Gabi", mais um sinal de que agora está no hall das celebridades nacionais. Durante o longo bate-papo, Catarina rebateu as críticas que recebeu depois de ganhar as páginas dos maiores portais de notícias do Brasil e do mundo. "Eu não chamo de prostituição, chamo de liberdade", defendeu-se.

A catarinense de 20 anos contou a Marília Gabriela que recebeu mais duas propostas, além do lance de R$ 1,5 de um japonês, que tinha arrematado a sua primeira vez. "Um foi um pouquinho mais de US$ 1 milhão, o outro foi um pouquinho menos", revelou a bela, que está analisando as possibilidades.











                                                                             
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