Mara Maravilha revela que rejeitou retornar à capa da "Playboy"


Nos anos 80, uma morena se destacou em meio ao mar de apresentadoras infantis loiras - Mara Maravilha está completando 30 anos de carreira em 2014. Ela lembra de quando Silvio Santos a descobriu, em 1984, a chamando para o SBT. "Sou muito grata. Foi quem me deu o nome de Mara Maravilha", disse. As comparações com Xuxa e Angélica elevaram Mara ao status de símbolo sexual, chegando à capa da revista "Playboy", em 1990.




No entanto, hoje Mara se vê como uma ovelha do rebanho de Jesus, e olha para trás com certa contrariedade. "Não quero apagar, mas tenho o direito de me arrepender. Encontrei com o diretor da revista, certa vez, e ele disse que, hoje em dia, eu valeria muito mais. Mas meu preço só quem paga é Jesus", afirmou. "De que vale ganhar o mundo todo e perder a alma? Eu sentia um vazio muito grande", completou.


A trajetória pessoal de Mara, no entanto, foi marcada por golpes - sem filhos, a apresentadora se separou duas vezes e perdeu a mãe. A solução, como se poderia esperar, veio na religião - mas sem a presença da carne. "Eu me considerava forte, mas a morte da minha mãe me fez ver que sou fraca. Mas, com o Deus em que acredito, sou mais do que vencedora", concluiu.
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