Cansaço e agenda lotada fazem Valesca desprezar rapidinhas


Pensadora contemporânea, símbolo feminista e cantora da moda - Valesca Popozuda não consegue parar, e segue uma agenda absolutamente lotada de shows e festas. A artista, no entanto, não se deixa levar pelo sucesso. "Estou vivendo um momento bom. Amo o que faço. Não chego num lugar e falo `Dá licença que eu sou a Valesca`. Estou só fazendo o meu trabalho. Não vou deixar de ser funkeira, e não vou mudar nada para que me aceitem", afirmou ao jornal Extra.

Ainda que de forma controversa, o ativismo de Valesca nas redes sociais construiu uma imagem de apoio pela luta à liberdade feminina - a influência veio de casa. "Não gostava da maneira como meu padrasto (pai dos três irmãos) tratava minha mãe. Foi por isso que saí de casa aos 14 anos. Até hoje recebo histórias de mulheres que não aguentam mais o marido, que não conseguem trabalho. Por mais que seja um furacão no palco, tenho um lado sensível, e me emociono muito", contou.

O excesso de compromissos faz com que um dos lados mais exaltados pela cantora em suas músicas não seja exercido de forma rotineira - solteira, Valesca afirma que a quantidade de trabalho mudou seu apetite sexual. "Sou romântica, gosto do serviço completo. Nada rapidinho, pela metade. Trabalho muito, fico cansada como qualquer um. De que adianta fazer correndo?", afirmou a funkeira, tremendo o corpo e encenando uma relação sexual apressada.
Outra mudança perceptível está no corpo da cantora, que perdeu oito quilos e pelo menos 20 centímetros de coxa. "Cheguei a ter 79cm de perna. Hoje estou com 56cm. Gosto de ficar mais magrinha, fico mais elegante. É tudo fase. Antes queria ver a calça colando na perna sarada, me sentia gostosona. Agora prefiro os shorts mais largos", explicou, dando um recado aos críticos de seu estilo musical. "Ainda existe um preconceito contra o funk, mas é uma minoria. Aceita que dói menos", finalizou, com um beijinho no ombro.
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