Cunha diz que Dilma 'mente' ao falar que impeachment é 'desvio de poder'


O deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ex-presidente da Câmara e responsável por acolher o pedido de abertura do processo de impeachment de Dilma Rousseff, divulgou nota à imprensa na noite desta segunda-feira (29) para dizer que a presidente afastada "mente" em seu depoimento ao Senado na sessão do julgamento final do impeachment.
No depoimento inicial que fez ao plenário, com cerca de 45 minutos, Dilma afirmou que o governo buscou o reequilíbrio fiscal em 2015, mas as medidas propostas à época pelo Planalto sofreram "forte resistência" na Câmara no período em que Cunha presidia a Casa.

Sem citar nomes, ela disse também que "arquitetaram" sua "destruição" e encontraram no peemedebista "o vértice de sua aliança golpista".
"A presidente afastada segue mentindo contumazmente, visando a dar seguimento ao papel de personagem de documentário que resolveu exercer, após a certeza do seu impedimento, em curso pelo julgamento em andamento", afirmou Cunha na nota.
Desde que Cunha acolheu o pedido de impeachment de Dilma, em dezembro do ano passado, Dilma tem dito que o peemedebista cometeu desvio de poder porque, segundo ela, ele só aceitou abrir o processo porque não teve o apoio do PT para barrar o processo ao qual respondia à época no Conselho de Ética da Câmara, que ainda pode levá-lo à cassação do mandato.
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